sexta-feira, 30 de maio de 2014
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Gestão Escolar
Sobre a participação na gestão escolar democrática...
Participação é a intervenção dos profissionais da educação na gestão da escola,
articulando o caráter interno e externo. O caráter interno refere-se a questões
pedagógicas, curricular e organizacional, compreendendo a escola como local de
aprendizagem de conhecimentos e desenvolvimento de capacidades intelectuais, sociais,
afetivas, éticas e estéticas, favorecendo a participação na vida social, econômica e
cultural. O caráter externo pelo qual a comunidade escolar compartilha processos de
decisão é um dos meios de fazer a escola sair de sua “redoma” e conquistar o status de
“comunidade educativa que interage com a sociedade civil” (LIBÂNEO, 2005, p.328-
331).
domingo, 11 de maio de 2014
Relato
uma verdade sobre mim: inbox serve pra que pessoas que nao sao bem vindas fiquem de papinho sem lógica tipicamente bitch...
#SeFosseSoAmizadeNaoMandavaPorInbox
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quarta-feira, 7 de maio de 2014
Motivando todos para a qualidade
“Motivando todos para a qualidade” com
Alfredo Rocha
Com relação à palestra em vídeo,
segue abaixo alguns pontos relevantes para a hotelaria bem como para a vida
profissional em qual área for e assim otimizar tempo e custos para a empresa e
também para a satisfação pessoal, como reconhecimento no trabalho. Desse modo,
ele traça um perfil idealizador: talento e comportamento do funcionário
competente/ alto desempenho:
- Atingir metas: a empresa depende de todos os
colaboradores;
- Acidente de trabalho: descuido do
colaborador;
- Cumprir horário x desempenho, competência;
- Não “empurrar” o problema. Pessoa
que seja capaz de resolver/tomar as devidas providências;*
- Multifunções, ser capaz de
desempenhas outras atividades além de suas atividades pré-determinadas;
- Atenção aos custos gerados pela
empresa (luz acesa ociosamente, desperdício de agua e papel, etc.);
- “Fazer e conferir” – evitar
desperdício e evitar que o trabalho seja refeito;*
- Ter a missão da empresa na “ponta
da língua”;
-
Todos devem participar e ter o comprometimento com a missão da empresa;
- Estar compromissado e comprometido.
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Hotelaria e Turismo
quinta-feira, 1 de maio de 2014
terça-feira, 22 de abril de 2014
Material Girl
“Prefiro chorar numa BMW a sentar
na garupa da sua bicicleta sorrindo”
(Ditado popular)
É com esse ditado que
começo a discorrer o tema “Material Girl”.
Logo de inicio venho a dizer que não se trata apenas de garotas, esse termo “material” se aplica a pessoas de todos
os gêneros e de diversas idades. Este termo é empregado às pessoas que
valorizam mais os bens materiais do que qualquer outra coisa, passando por cima
de sentimentos e os mais radicais ignorando princípios morais e éticos. É
valorizar o “ter” ao invés do “ser”.
Você está inserido em
uma sociedade em que a todo o momento te bombardeiam propagandas incentivando a
comprar um produto novo; consumir; com inúmeras vantagens, seja no produto em
si seja na facilidade da compra. É o sistema capitalista estimulando o consumo,
a aquisição e o acúmulo de bens.
E é claro, você não vai
ficar atrás porque estão oferecendo um novo produto com diversas inovações, uma
roupa da grife mais badalada que vestem celebridades, o carro com novo design,
um restaurante de comida tailandesa porque o ator da novela disse que a comida
é excelente, tudo isso a um preço especial. É imperdível!
“Porque nós
vivemos num mundo materialista, e eu sou uma garota materialista. Você sabe que
nós vivemos num mundo materialista e eu sou uma garota materialista[1]”.
Este é o trecho da
música “Material Girl” cantada por
Madonna, onde retrata uma garota rica que só se relaciona com garotos do mesmo
nível social que o dela. Em seu videoclipe, ela é uma garota de aparência feliz
que esbanja em seu conversível, com roupas elegantes, casaco de pele e joias,
dançando com garotos trajados de terno e com aparência impecável; os fazendo
ficar aos seus pés. Enquanto isso, os garotos “comuns” sem tanto luxo em sua
aparência a assiste em uma tela de cinema.
Pessoas que adotam esse
estilo de vida estão sempre exibindo e com a necessidade de mostrar luxo,
exaltam-se os carros e veículos de preferência os importados, mulheres bonitas,
roupas de marca e etc.. Os que já vêm de “berço de ouro” mantém o nível, os da
“periferia” mostram a superação e a ambição em adquirir bens materiais.
O que um dos funkeiros
afirma em um vídeo, “(...) onde eu chego eu paro tudo”, é a sensação de ser
querido, de chamar a atenção das pessoas pela vitrine que você carrega, é ficar
rodeado de pessoas.
Por outro lado, uma
pessoa materialista está subordinada a fazer qualquer coisa para adquirir um
carro do ano, uma roupa da moda ou o modelo mais recente de um aparelho
celular. Sem generalizar, mas quantas vezes já não vimos pessoas utilizando o
transporte público com o smartphone de última geração, carregado de acessórios
e aplicativos (alguns que nem sabemos a existência ou do porque e o pra que
serve).
Muitos ali parcelaram em prestações a perder
de vista, negligenciam outras contas, deixam de ter uma alimentação saudável
para ter que comprar um smartphone e esbanjar a mercadoria perante o seu grupo
social porque é status, é o que hoje está em alta em uma única palavra: “ostentação”.
Perguntas simples como
“Eu preciso? Por que eu quero? Pra qual utilidade?” pode ajudar a frear o impulso pela compra. Mas há quem diga
que “o essencial é que o sujeito se sinta bem”.
Sim, mas a partir do momento em que ela compra objetos para deixá-lo arquivado
sem utilidade em sua casa ou só porque as outras pessoas têm e está na moda,
não significa que a pessoa está de bem com a vida. Sendo assim, esse “sentir-se
bem” há seus contras.
O primeiro se trata de uma perca da essência por uma
aparência, da perca da identidade à procura de uma, ou seja, a pessoa deixa de
ser quem ela é para ser o que as pessoas querem que ela seja. O segundo, a
pessoa passa a ser vista como um rótulo devido ao seu estilo de vida. Patricinha,
rei do camarote, playboy, it girl, material girl, greasers (1950), preppy (1970-80) e etc. são alguns dos
nomes atribuídos às pessoas.
O terceiro é que as pessoas disfarçam e substitui
sentimentos como angústias e medos através da aquisição de bens. Exemplo disso:
“Ah, fulano é feliz! Olha lá ele tem tudo”, quando na verdade é uma pessoa
infeliz e com diversos problemas pessoais. Outra situação é com relação aos
sentimentos do ter e do poder relacionado ao prazer, à vaidade, à satisfação de
seu ego.
O quinto ponto que podemos citar é com relação ao meio
ambiente. A pessoa injeta dinheiro para alimentar o sistema, ignorando os
meios, a matéria-prima da qual foi feito, as consequências ambientais até
chegar ao produto final e as consequências do seu descarte. O exemplo disso é a
bateria que está presente em diversos aparelhos eletrônicos, o descarte
incorreto pode provocar contaminação do solo e do ser humano através do líquido
tóxico, pois é um lixo não biodegradável.
Outro ponto a levantar é com relação à concepção de
mundo mecanizado onde os bens substituem os sentimentos. Exemplo: pai suprime a
sua ausência presenteando o filho. E por último presento um fato que está
presente, principalmente nas escolas que é o julgamento e o preconceito com
aqueles que não possuem o que está na moda. Exclusão de pessoas por não manter
o mesmo nível social.
Com este texto, não quero dizer que temos que abdicar
de bens materiais. Afinal, quem não quer uma boa casa para morar, um carro para
locomover, roupas em boas condições de uso, um bom telefone para se comunicar e
se alimentar bem? São alguns dos fatores para poder gozar de sua saúde. Mas o
que devemos evitar é a sedução e o hipnotismo por um fetiche que por vezes é
passageiro para assim atribuir mais valor ao homem e à natureza.
Referências:
Funk Ostentação – O filme. Disponível em: < http://vimeo.com/53295440 >. Acesso:
10 mar. 2014.
NOVAES, Elizabete David. SCHIAVON, Jose Guilherme Perroni. A contribuição do materialismo histórico para a articulação entre alienação humana e degradação ambiental. Revista Sociologia Jurídica. N. 7, Jul./Dez. 2008. Disponível em: . Acesso: 10 mar. 2014.
Youtube. Material Girl – Madonna. Disponível em: . Acesso 10 mar. 2014.
[1] Versão original: “Cause we're living in a material world. And I am a
material girl. You know that we are living in a material world and I am a
material girl”
**** Texto apresentado à Disciplina de Meio Ambiente e Turismo (13-03-2014)
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Mídia
terça-feira, 15 de abril de 2014
Palestra sobre Liderança
·
Liderança:
construção de sucesso
·
Análise das
situações, tomadas de decisões; comunicação motivação.
Autocrática
·
Liderança Democrática
Liderança Democrática
Liberal
Conceitos fundamentais
·
Integrar –
essência do trabalho; responsável pela qualidade dos resultados através das
pessoas;
·
Ser Líder, Ser
Educador; Ser Formador de Cultura;
·
Meta do Líder:
tornar seus funcionários menos dependentes. Este aspecto retoma a palestra
transmitida em vídeo do Alfredo Rocha, no qual o palestrante dizia que o
funcionário deve evitar empurrar o problema e resolver com eficácia os
problemas;
·
Focado nas
tarefas – afirmação de metas, procedimentos e avaliações e etc.
·
Focado nos
relacionamentos – elogiar, reconhecer e demonstrar interesse;
·
Prontidão do
funcionário: motivação e confiança; habilidade e competência técnica;
·
Treinamento: palavra-chave para um empreendimento de sucesso.
·
Focar no relacionamento --> motivar colaboradores
·
Verbos de ação:
o Dizer/dirigir
o Persuadir/orientar
o Participar/apoiar
o Delegar
·
Gestores
Eficientes e Eficazes:
§ Construir equipe de trabalho
§ Analisar e planejar tarefas
§ Motivar pessoal.
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Basepoint: A Game of Thrones
~~ Texto da minha miga! :) ~~
O sucesso do universo criado por George R. R. Martin
A repercussão da série inspirada nos livros de George R. R. Martin vem sido imensa, e isso não é segredo para ninguém. George R. R. Martin, dono de uma criatividade sem precedentes, criou todo um universo complexo que desperta uma sensação de deleite em cada um de seus árduos leitores.
Diferente do que acontece com frequência em adaptações, a série baseada em seus livros, agradou grande maioria dos fãs, que passaram a acompanhar avidamente cada episódio. A série despertou os espectadores que ainda não conheciam a obra a ler os livros, aumentando ainda mais o alcance da saga.
O mesmo aconteceu com a adaptação feita para o universo HQ.
Os quadrinhos tem o nome inspirado no primeiro livro, e tem como intenção, desde o princípio, seguir na atmosfera cheia de mistérios, segredos, ambições e estratégias que os livros retratam, da forma mais fiel possível. Trazer tal proposta para o universo HQ, de forma a agradar os fãs mais exigentes, foi um grande desafio.
Os quadrinhos foram relativamente bem aceitos pelos fãs, sendo aprimorados com o passar do tempo, sendo que os autores foram bem receptivos às críticas.
As cores foram se tornando mais escuras e um pouco frias com as edições que se passaram, atendendo às reclamações de que as ilustrações traziam cores muito vivas, fugindo do ambiente um tanto sombrio que é destaque no universo dos livros e na série desde o princípio. Também se pode notar que atualmente os traços dos desenhos são um pouco mais ruidosos em algumas cenas de ação e drama, transmitindo de forma fantástica os sentimentos dos personagens.
Para os apaixonados por HQ, como eu, que ainda não haviam sido fisgados pela série e livros, os quadrinhos despertaram um fascínio e interesse para conhecer melhor todo o restante. George R. R. Martin criou um ambiente revolucionário e completamente fascinante, que prende o leitor e espectador do início ao fim, trazendo surpresas a cada página e episódio, e despertando a ansiedade de quem acompanha.
Esse post é dedicado aos super fãs de todo o conteúdo de George R. R. Martin Thamara, Edson e Nathália que sempre me falaram sobre a série e os livros que por incrível que pareça nunca haviam me chamado atenção até ser apresentada aos HQs. Sinceramente é impossível conhecer os quadrinhos e não se encantar pelo universo completo.
- Jannine Dias (creditos: https://www.facebook.com/canal.basepoint)
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sexta-feira, 11 de abril de 2014
O Tripé do Turístico: Alimentação, Cultura e Lazer
O Tripé Turístico: Alimentação, Cultura e Lazer
Lazer e turismo estão intrinsecamente ligados. Beni (2000 apud MENEZES, 2013) vem a dizer que o “turismo
é um elemento importante da vida social e econômica da comunidade regional,
pois reflete as verdadeiras aspirações das pessoas no sentido de desfrutar de
novos lugares, assimilar culturas diferentes, descansar e beneficiar-se com
atividades de lazer”.
O lazer enquanto campo de atuação é amplo, pois abrange diversas áreas
do conhecimento como turismo, hotelaria, educação física, pedagogia, terapia
ocupacional, medicina, enfermagem, saúde coletiva e dentre outros. O lazer
aparece na Constituição Brasileira a partir de 1988, no Art. 6º, Capítulo II,
dos Direitos Sociais, onde o lazer é um direito de todos, assim como a saúde, o
trabalho e a segurança (BRASIL, 1988 apud
SILVA et al, 2002, p.12).
Uvinha (2008) considera o lazer como uma manifestação humana, que assume
formas e significados diferenciados de acordo com as características de uma
dada sociedade, onde o individuo livre das obrigações dispõe de tempo livre.
Muitas vezes, confundido como supérfluo, quando comparado a outras
manifestações humanas (SILVA et al,
2002, p.12); e entendido como sinônimo de ócio.
O turismo se realiza como um dos conteúdos culturais do lazer, assim, o
viajar seja para conhecer novos lugares, pessoas, tradições, gastronomia,
histórias ou para aprender sobre o passado de maneira viva e autêntica, tem
sido uma das mais intensas tendências na atividade turística (MENEZES, 2013, p.
2).
O turista viaja até o destino escolhido não somente pela paisagem, mas
também pela gastronomia que o local possa oferecer durante a sua estadia. Em
visitas a websites de destinos turísticos, aparece com frequência o tema
Cultura e Lazer, onde são apresentados ao futuro turista aspectos sobre a
alimentação, as diversões, roupas e etc. do local.
A alimentação atua como fator determinante para a qualidade turística do
local, além de ser uma necessidade natural do homem. Isto é notado quando o
turista procura um restaurante, ele procura um restaurante no qual possa
satisfazer o seu desejo e a necessidade de se alimentar, o cliente-turista
procura um ambiente agradável que lhe inspire segurança quanto ao que irá consumir.
E a intensa demanda de turistas em ocasiões de festivais gastronômicos.
Assim, pelo paladar o “turista terá boas
lembranças da viagem, e a garantia de uma boa alimentação para os visitantes
contribui para a oferta turística de um município, e consequentemente gerando
renda” (Bachendorf; Demczuk,
2011).
A alimentação e o lazer refletem na cultura de um povo.
Para alguns no seu tempo livre utilizam o ato de cozinhar como lazer, para
outros o degustar, provar as iguarias, ou até mesmo ir ao shopping e no final
do programa deliciar um suculento McDonalds na praça de alimentação.
o ato de “comer fora” se
torna uma fonte de prazer e entretenimento [...] As pessoas podem sair de casa para comer, buscando um
ambiente familiar e caseiro (“sair de casa e se sentir em casa”), como a
promessa do Mcdonalds de divertir a família unida, em um ambiente alegre, de
preparo rápido, sem álcool e com uma comida com surpresas. Outros preferem
procurar um ambiente exótico, onde os frequentadores são transportados a outro
país e vivem por algumas horas algumas sensações, degustando alimentos
diferentes dos usuais, temperados com especiarias estrangeiras (RECHIA, SANTOS,
ANTUNES, 2011).
Em resumo, a sensibilidade do turista pela gastronomia e a alimentação
se torna cultural, não é por menos que comer fora está dentre as “atividades de
lazer mais populares, depois de assistir à televisão” (BURNEN, 1989 apud RECHIA,
SANTOS, ANTUNES, 2011).
REFERENCIAS
Bachendorf,
C. F.; Demczuk, P. G. A alimentação como fator de influência para a qualidade da oferta
turística. Revista Partes, jun/2011. Disponível em: <http://www.partes.com.br/turismo/alimentacao.asp >. Acesso em
21 jun. 2013.
MENEZES, J. S. O Turismo cultural como fator de
desenvolvimento na cidade de Ilhéus. Disponível em: <http://www.uesc.br/icer/artigos/oturismocultural.pdf>. Acesso em 23
jun. 2013.
RECHIA, Simone. SANTOS, Maria Gisele
dos. ANTUNES, Carlos Roberto. O ato
de alimentar-se’ como uma experiência no âmbito do tempo/espaço de lazer
no meio urbano: fast food versus slow food. Revista Digital.
Buenos Aires, ano 15, n. 154, mar/2011.
SILVA,
E. A. P. C. et al. Os espaços de lazer na cidade:
significados do lugar. Licere, Belo
Horizonte, v.15, n.2, jun/2012
UVINHA, R. R. Lazer numa
perspectiva internacional: relações temáticas com o turismo, os esportes e a
educação na China atual. Licere, Belo
Horizonte, v.11, n. 3 dez/2008.
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Hotelaria e Turismo
segunda-feira, 7 de abril de 2014
O Principe de Nicolau Maquiavel
“Deve um príncipe sábio fundar-se sobre o que é seu, não sobre o que é dos outros”
(p. 130)
O Príncipe: Livro sensacional! Não sei porque não tinha lido anteriormente. É um verdadeiro manual para príncipes que mostra etapas e maneiras de conquistar um principado, de como governar e exemplifica com fatos da História (fatos e feitos da imagem abaixo). Após ler, estou quase uma princesa rsrs
• Características do principado (hereditário e adquirido)
• Principado misto: como lidar com novas conquistas territoriais (não eliminar menores potencias vizinhas e sim tornar chefes e defensor, enfraquecer os fortes, fundar colônias, morar no território, não aliar a inimigos poderosos e etc.)
• Sucesso de Alexandre Magno
• Como governar cidades/regiões livres que vivem sobre as próprias leis
• Conquista de territórios com seu exercito
• Conquista de territórios com o exercito e fortuna de outros
• Conquistar por meio de crimes
• Conquistar com o apoio dos civis/do povo
• Como reconhecer seu poderio de sua força
• Conquistar os eclesiásticos e etc....
Enfim, são 26 fragmentos que mostram as diversas formas independentemente se é uma boa ação ou não, mas com um único intuito: alcançar uma conquista de sucesso.
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