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quarta-feira, 7 de maio de 2014

Motivando todos para a qualidade

Postado por Thamara ツ às 14:14 0 comentários
“Motivando todos para a qualidade” com Alfredo Rocha


            Com relação à palestra em vídeo, segue abaixo alguns pontos relevantes para a hotelaria bem como para a vida profissional em qual área for e assim otimizar tempo e custos para a empresa e também para a satisfação pessoal, como reconhecimento no trabalho. Desse modo, ele traça um perfil idealizador: talento e comportamento do funcionário competente/ alto desempenho:

            -   Atingir metas: a empresa depende de todos os colaboradores;
            -   Acidente de trabalho: descuido do colaborador;
            -   Cumprir horário x desempenho, competência;
            - Não “empurrar” o problema. Pessoa que seja capaz de resolver/tomar as devidas providências;*
            - Multifunções, ser capaz de desempenhas outras atividades além de suas atividades pré-determinadas;
            - Atenção aos custos gerados pela empresa (luz acesa ociosamente, desperdício de agua e papel, etc.);
            - “Fazer e conferir” – evitar desperdício e evitar que o trabalho seja refeito;*
            - Ter a missão da empresa na “ponta da língua”;
- Todos devem participar e ter o comprometimento com a missão da empresa;

- Estar compromissado e comprometido.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Material Girl

Postado por Thamara ツ às 14:08 0 comentários
“Prefiro chorar numa BMW a sentar na garupa da sua bicicleta sorrindo”
(Ditado popular)


É com esse ditado que começo a discorrer o tema “Material Girl”. Logo de inicio venho a dizer que não se trata apenas de garotas, esse termo “material” se aplica a pessoas de todos os gêneros e de diversas idades. Este termo é empregado às pessoas que valorizam mais os bens materiais do que qualquer outra coisa, passando por cima de sentimentos e os mais radicais ignorando princípios morais e éticos. É valorizar o “ter” ao invés do “ser”.
Você está inserido em uma sociedade em que a todo o momento te bombardeiam propagandas incentivando a comprar um produto novo; consumir; com inúmeras vantagens, seja no produto em si seja na facilidade da compra. É o sistema capitalista estimulando o consumo, a aquisição e o acúmulo de bens.
E é claro, você não vai ficar atrás porque estão oferecendo um novo produto com diversas inovações, uma roupa da grife mais badalada que vestem celebridades, o carro com novo design, um restaurante de comida tailandesa porque o ator da novela disse que a comida é excelente, tudo isso a um preço especial. É imperdível!

“Porque nós vivemos num mundo materialista, e eu sou uma garota materialista. Você sabe que nós vivemos num mundo materialista e eu sou uma garota materialista[1]”.

Este é o trecho da música “Material Girl” cantada por Madonna, onde retrata uma garota rica que só se relaciona com garotos do mesmo nível social que o dela. Em seu videoclipe, ela é uma garota de aparência feliz que esbanja em seu conversível, com roupas elegantes, casaco de pele e joias, dançando com garotos trajados de terno e com aparência impecável; os fazendo ficar aos seus pés. Enquanto isso, os garotos “comuns” sem tanto luxo em sua aparência a assiste em uma tela de cinema.
Pessoas que adotam esse estilo de vida estão sempre exibindo e com a necessidade de mostrar luxo, exaltam-se os carros e veículos de preferência os importados, mulheres bonitas, roupas de marca e etc.. Os que já vêm de “berço de ouro” mantém o nível, os da “periferia” mostram a superação e a ambição em adquirir bens materiais.
O que um dos funkeiros afirma em um vídeo, “(...) onde eu chego eu paro tudo”, é a sensação de ser querido, de chamar a atenção das pessoas pela vitrine que você carrega, é ficar rodeado de pessoas.
Por outro lado, uma pessoa materialista está subordinada a fazer qualquer coisa para adquirir um carro do ano, uma roupa da moda ou o modelo mais recente de um aparelho celular. Sem generalizar, mas quantas vezes já não vimos pessoas utilizando o transporte público com o smartphone de última geração, carregado de acessórios e aplicativos (alguns que nem sabemos a existência ou do porque e o pra que serve).
 Muitos ali parcelaram em prestações a perder de vista, negligenciam outras contas, deixam de ter uma alimentação saudável para ter que comprar um smartphone e esbanjar a mercadoria perante o seu grupo social porque é status, é o que hoje está em alta em uma única palavra: “ostentação”.
Perguntas simples como “Eu preciso? Por que eu quero? Pra qual utilidade?” pode ajudar a frear o impulso pela compra. Mas há quem diga que “o essencial é que o sujeito se sinta bem”. Sim, mas a partir do momento em que ela compra objetos para deixá-lo arquivado sem utilidade em sua casa ou só porque as outras pessoas têm e está na moda, não significa que a pessoa está de bem com a vida. Sendo assim, esse “sentir-se bem” há seus contras.
O primeiro se trata de uma perca da essência por uma aparência, da perca da identidade à procura de uma, ou seja, a pessoa deixa de ser quem ela é para ser o que as pessoas querem que ela seja. O segundo, a pessoa passa a ser vista como um rótulo devido ao seu estilo de vida. Patricinha, rei do camarote, playboy, it girl, material girl, greasers (1950), preppy (1970-80) e etc. são alguns dos nomes atribuídos às pessoas.
O terceiro é que as pessoas disfarçam e substitui sentimentos como angústias e medos através da aquisição de bens. Exemplo disso: “Ah, fulano é feliz! Olha lá ele tem tudo”, quando na verdade é uma pessoa infeliz e com diversos problemas pessoais. Outra situação é com relação aos sentimentos do ter e do poder relacionado ao prazer, à vaidade, à satisfação de seu ego.
O quinto ponto que podemos citar é com relação ao meio ambiente. A pessoa injeta dinheiro para alimentar o sistema, ignorando os meios, a matéria-prima da qual foi feito, as consequências ambientais até chegar ao produto final e as consequências do seu descarte. O exemplo disso é a bateria que está presente em diversos aparelhos eletrônicos, o descarte incorreto pode provocar contaminação do solo e do ser humano através do líquido tóxico, pois é um lixo não biodegradável.
Outro ponto a levantar é com relação à concepção de mundo mecanizado onde os bens substituem os sentimentos. Exemplo: pai suprime a sua ausência presenteando o filho. E por último presento um fato que está presente, principalmente nas escolas que é o julgamento e o preconceito com aqueles que não possuem o que está na moda. Exclusão de pessoas por não manter o mesmo nível social.
Com este texto, não quero dizer que temos que abdicar de bens materiais. Afinal, quem não quer uma boa casa para morar, um carro para locomover, roupas em boas condições de uso, um bom telefone para se comunicar e se alimentar bem? São alguns dos fatores para poder gozar de sua saúde. Mas o que devemos evitar é a sedução e o hipnotismo por um fetiche que por vezes é passageiro para assim atribuir mais valor ao homem e à natureza.



Referências:


Funk Ostentação – O filme. Disponível em: < http://vimeo.com/53295440 >. Acesso: 10 mar. 2014.

NOVAES, Elizabete David. SCHIAVON, Jose Guilherme Perroni. A contribuição do materialismo histórico para a articulação entre alienação humana e degradação ambiental. Revista Sociologia Jurídica. N. 7, Jul./Dez. 2008. Disponível em: . Acesso: 10 mar. 2014.
 
Youtube. Material Girl – Madonna. Disponível em: . Acesso 10 mar. 2014.




[1] Versão original: “Cause we're living in a material world. And I am a material girl. You know that we are living in a material world and I am a material girl”

**** Texto apresentado à Disciplina de Meio Ambiente e Turismo (13-03-2014)

terça-feira, 15 de abril de 2014

Palestra sobre Liderança

Postado por Thamara ツ às 14:17 0 comentários
·         Liderança: construção de sucesso
·         Análise das situações, tomadas de decisões; comunicação motivação.



                                  Autocrática
·        
Liderança                  Democrática
                                  Liberal

Conceitos fundamentais

·         Integrar – essência do trabalho; responsável pela qualidade dos resultados através das pessoas;
·         Ser Líder, Ser Educador; Ser Formador de Cultura;
·         Meta do Líder: tornar seus funcionários menos dependentes. Este aspecto retoma a palestra transmitida em vídeo do Alfredo Rocha, no qual o palestrante dizia que o funcionário deve evitar empurrar o problema e resolver com eficácia os problemas;
·         Focado nas tarefas – afirmação de metas, procedimentos e avaliações e etc.
·         Focado nos relacionamentos – elogiar, reconhecer e demonstrar interesse;
·         Prontidão do funcionário: motivação e confiança; habilidade e competência técnica;
·         Treinamento: palavra-chave para um empreendimento de sucesso.
·                          Focar no relacionamento   -->    motivar colaboradores



·         Verbos de ação:
o   Dizer/dirigir
o   Persuadir/orientar
o   Participar/apoiar
o   Delegar

·         Gestores Eficientes e Eficazes:
§  Construir equipe de trabalho
§  Analisar e planejar tarefas
§  Motivar pessoal.





sexta-feira, 11 de abril de 2014

O Tripé do Turístico: Alimentação, Cultura e Lazer

Postado por Thamara ツ às 14:21 0 comentários
O Tripé Turístico: Alimentação, Cultura e Lazer

Lazer e turismo estão intrinsecamente ligados. Beni (2000 apud MENEZES, 2013) vem a dizer que o “turismo é um elemento importante da vida social e econômica da comunidade regional, pois reflete as verdadeiras aspirações das pessoas no sentido de desfrutar de novos lugares, assimilar culturas diferentes, descansar e beneficiar-se com atividades de lazer”.
O lazer enquanto campo de atuação é amplo, pois abrange diversas áreas do conhecimento como turismo, hotelaria, educação física, pedagogia, terapia ocupacional, medicina, enfermagem, saúde coletiva e dentre outros. O lazer aparece na Constituição Brasileira a partir de 1988, no Art. 6º, Capítulo II, dos Direitos Sociais, onde o lazer é um direito de todos, assim como a saúde, o trabalho e a segurança (BRASIL, 1988 apud SILVA et al, 2002, p.12).
Uvinha (2008) considera o lazer como uma manifestação humana, que assume formas e significados diferenciados de acordo com as características de uma dada sociedade, onde o individuo livre das obrigações dispõe de tempo livre. Muitas vezes, confundido como supérfluo, quando comparado a outras manifestações humanas (SILVA et al, 2002, p.12); e entendido como sinônimo de ócio. 
O turismo se realiza como um dos conteúdos culturais do lazer, assim, o viajar seja para conhecer novos lugares, pessoas, tradições, gastronomia, histórias ou para aprender sobre o passado de maneira viva e autêntica, tem sido uma das mais intensas tendências na atividade turística (MENEZES, 2013, p. 2).
O turista viaja até o destino escolhido não somente pela paisagem, mas também pela gastronomia que o local possa oferecer durante a sua estadia. Em visitas a websites de destinos turísticos, aparece com frequência o tema Cultura e Lazer, onde são apresentados ao futuro turista aspectos sobre a alimentação, as diversões, roupas e etc. do local.
A alimentação atua como fator determinante para a qualidade turística do local, além de ser uma necessidade natural do homem. Isto é notado quando o turista procura um restaurante, ele procura um restaurante no qual possa satisfazer o seu desejo e a necessidade de se alimentar, o cliente-turista procura um ambiente agradável que lhe inspire segurança quanto ao que irá consumir. E a intensa demanda de turistas em ocasiões de festivais gastronômicos.
Assim, pelo paladar o “turista terá boas lembranças da viagem, e a garantia de uma boa alimentação para os visitantes contribui para a oferta turística de um município, e consequentemente gerando renda” (Bachendorf; Demczuk, 2011).
A alimentação e o lazer refletem na cultura de um povo. Para alguns no seu tempo livre utilizam o ato de cozinhar como lazer, para outros o degustar, provar as iguarias, ou até mesmo ir ao shopping e no final do programa deliciar um suculento McDonalds na praça de alimentação.

o ato de “comer fora” se torna uma fonte de prazer e entretenimento [...] As pessoas podem sair de casa para comer, buscando um ambiente familiar e caseiro (“sair de casa e se sentir em casa”), como a promessa do Mcdonalds de divertir a família unida, em um ambiente alegre, de preparo rápido, sem álcool e com uma comida com surpresas. Outros preferem procurar um ambiente exótico, onde os frequentadores são transportados a outro país e vivem por algumas horas algumas sensações, degustando alimentos diferentes dos usuais, temperados com especiarias estrangeiras (RECHIA, SANTOS, ANTUNES, 2011).

Em resumo, a sensibilidade do turista pela gastronomia e a alimentação se torna cultural, não é por menos que comer fora está dentre as “atividades de lazer mais populares, depois de assistir à televisão” (BURNEN, 1989 apud RECHIA, SANTOS, ANTUNES, 2011).

REFERENCIAS

Bachendorf, C. F.; Demczuk, P. G. A alimentação como fator de influência para a qualidade da oferta turística. Revista Partes, jun/2011. Disponível em: <http://www.partes.com.br/turismo/alimentacao.asp >. Acesso em 21 jun. 2013.

MENEZES, J. S. O Turismo cultural como fator de desenvolvimento na cidade de Ilhéus. Disponível em: <http://www.uesc.br/icer/artigos/oturismocultural.pdf>. Acesso em 23 jun. 2013.

RECHIA, Simone. SANTOS, Maria Gisele dos. ANTUNES, Carlos Roberto. O ato de alimentar-se’ como uma experiência no âmbito do tempo/espaço de lazer no meio urbano: fast food versus slow food. Revista Digital. Buenos Aires, ano 15, n. 154, mar/2011.

SILVA, E. A. P. C. et al. Os espaços de lazer na cidade: significados do lugar. Licere, Belo Horizonte, v.15, n.2, jun/2012


UVINHA, R. R. Lazer numa perspectiva internacional: relações temáticas com o turismo, os esportes e a educação na China atual. Licere, Belo Horizonte, v.11, n. 3 dez/2008.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

IX FESTIVAL GASTRONÔMICO E IX SEMANA DO TURISMO E HOSPITALIDADE

Postado por Thamara ツ às 14:12 0 comentários
O tema desta edição é “Turismo e Hospitalidade como Identidade Local”. O Festival que aconteceu entre os dias 4 a 8 de novembro teve diversas atividades praticas e teóricas. As atividades mais procuradas e de maior público, naturalmente, foram as oficinas práticas e de degustação.
            A mesa-redonda do dia 07 de novembro na qual estive presente teve como pauta “O dilema homem x máquina no contexto da tecnologia da informação associada à gestão e às atividades turísticas”, com convidados externos.
            A mesa foi composta por cinco integrantes onde cada um representava uma determinada área profissional: empresa de consultoria, instituição de ensino, representante da área de alimentos e bebidas e um representante de hotéis.
            Todos palestrantes, a sua maneira e ao seu tempo, discutiram o assunto proposto e descreveram alguns exemplos do dia-a-dia, as influências e de que maneira a máquina se relaciona como homem e vice-versa.

Assunto que todos pontuaram foi a questão da relação homem x homem. A máquina veio sim nos auxiliar, otimizar o tempo, mas em alguns casos ainda há a falta do homem para executar alguns serviços personalizadas.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A ‘McDonaldização’ dos costumes

Postado por Thamara ツ às 23:53 0 comentários
Acho que eu tambem sou cultura. Um breve testiculo sobre um sociologo frances que estudamos de leve no curso de Hotelaria. (*estudamos, nao porque ja formei, mas pq passei pela disciplina, e pq na atualidade a instituição esta de greve.. ¬¬)


Claude Fischler é um sociólogo francês, obteve seu doutorado em Sociologia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS) em Paris. Ele é especializado em antropologia da comida e comer. Trabalhando em uma perspectiva interdisciplinar, deliberadamente, ele explorou a estrutura e o funcionamento de cozinhas, gosto e preferências, imagem corporal e sua evolução e mudança ao longo do tempo e do espaço (L'Homnivore, Paris: Seuil, 1990 apud University of Washington, 2010).

Sua pesquisa subseqüente focada na percepção de risco alimentar, em abordagens comparativas de atitudes em relação à alimentação e saúde através das culturas, e, mais recentemente, sobre a avaliação e medição de felicidade e bem-estar numa perspectiva inter-cultural, com particular ênfase no papel da alimentação e comer.

Fischler serviu no Comitê Científico e do Comitê de Especialistas em Nutrição Humana da Agência Francesa de Segurança Alimentar (AFSSA), e no seu conselho de administração. Ele é membro do comitê gestor do Programa Nacional Francês para a Nutrição e Saúde, é um conselheiro do ministro francês da Agricultura e Alimentação e faz parte do Grupo Consultivo de Peritos sobre Comunicação de Riscos na EFSA (Autoridade Europeia de Segurança Alimentar).

No seu texto “ A ‘McDonaldização’ dos costumes”, escrito em 1996, Fischler contextualiza de maneira simples os hábitos alimentares dos ultimos anos, desde o inicio do seculo XX até a data presente em que publicou o texto.

Fischler começa dizendo do crescimento urbano juntamente com a modernização, como o surgimento de ‘pilulas concentradas’ como símbolo do “novo mundo”, que serviria como uma substituição da refeição devido ao processo de industrialização para nao ‘perder tempo’ com a alimentação na correria do dia-a-dia.

O resultado do efeito da pilula: os alimentos como carne seria um luxo e as verduras, frutas e legumes iam aparecer nos supermercados em embalagens plastificadas. Como vantagem, teria agilidade nas compras e no preparo dos alimentos.

Neste cenario industrializado e moderno, “os produtos mudam, mas as estruturas permanecem”, como acontece nos dias de hoje, a carne, os vegetais são congelados, diversos produtos entalados.
Com estas diversas mudanças do mundo moderno, surge duas preocupacoes: a questao da alimentação saudavel e o sentido da identidade cultural.

Porque houve mudança na saude publica, enquanto a expectativa de vida aumentou, difundiu as doenças consideradas “doenças de civilização” que sao as doenças cardiovasculares, gastrointestinais, obesidade, diabetes e etc.Em relação a identidade cultural, algumas pessoas preocupam com a sua tradicção culinaria com o medo da “americanização” e os fast-foods, hamburgers, coca-cola e etc (imperialismo alimentar norte-americano).

REFERENCIAS
Fischer, C. A “McDonaldização” dos Costumes. In: Flandrin, J. L.; Montanari, M. História da alimentação. Estação Liberdade, São Paulo, 2007. 841-863.

WASHINGTON, University. Claude Fischler. Disponível em: < http://www.grad.washington.edu/lectures/fischler.shtml>. Acesso em: 10 abr. 2011

domingo, 5 de setembro de 2010

Criando Magia

Postado por Thamara ツ às 18:42 0 comentários
Cockerell traz em seu livro "CRIANDO MAGIA", as 10 estratégias de liderança que o empregou à frente do Elenco da Disney para garantir uma experiência especial e inesquecível a cada um dos milhares de visitantes dos parques e resorts da Disney World. O sucesso desse princípios foi tão grande que eles passaram a constituir a base da cultura da empresa. "Ele ensina profissionais de todas as áreas e dos mais variados níveis de liderança a incorporar qualidade, caráter, coragem, entusiasmo e integridade ao ambiente de trabalho e à própria vida". Para Cockerell, a Liderança é a chave principal do seu sucesso. Li esse livro (milagre!) para a disciplina de Sistemas de Hospedagem, no meu curso de Hotelaria. Fiz uma prova sobre esse livro por isso que li ate o final (contra minha vontade), porque se nao fosse por isso, este concerteza nem entraria na minha lista de livros para ler. (so leio livros quando precisa). Assim como o curso, esse livro é bem capitalista (novidade!). Há certas coisas que nao concordo no livro e no curso  (vejo que os profissionais dessa área sao escravos do sistema como ja disse no post anterior chamado "o dia"). Mas entao resolvi pontuar alguns trechos do livro que apesar do seu viés capitalista selvagem, tem algo a nos oferecer e tentar trazer conosco no jogo da vida real.



  • "Não é com magia que se faz um bom trabalho, é com um bom trabalho que se faz mágica";
  • Segredo: Proporcionar maravilhosa experiencia, para que eles voltem e recomendem o local a amigos e parentes;
  • Satisfação das pessoas depende da qualidade do serviço;
  • Liderança: o segredo do sucesso; responsabilidade; excelencia;
    • "A otima liderança conduz à excelencia dos funcionáros que gera a satisfação dos clientis e sólidos resultados financeiros" 
  • A formula de sucesso da Disney: Liderança > excelencia do Elenco (funcionários) > satisfação dos Convidados (clientes) > resultados de negócios;
  • Excelentes métodos de treinamento e capacitação, porem sem liderança.
  • Alcançar excelencia em liderança disseminando responsabilidade e autoridade em todos os níveis de organização;
  • "Banco de três pernas": Convidados, Membros do elenco e os resultados financeiros da empresa;
  • Implementação dos principios: 
    • ↑ de convidados que retornaram;
    • ↑ notas de avaliação sobre liderança;
    • ↓ rotatividade dos funcionarios;
  • "Principal concorrente é a sua propria reputação"
  • "Os bons lideres sao humildes e suficiente para admitir que não sabem algo, enquanto os grandes lideres estão sempre em busca de novas informações";
  • A Autoridade: de nada adianta sem a habilidade para desenvolver bons relacionamentos;
  • Administrar x liderança;

mas é claro que nao ia trazer tudo mastigado aqui neeah?! entao... boa leitura.!

COCKERELL, Lee. Criando Magia. Rio de Janeiro: Sextante, 2009.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Visita Técnica ao Oitis Hotel

Postado por Thamara ツ às 08:52 0 comentários
Visita Técnica ao Oitis Hotel (26/04/2010) do 2° periódo de Hotelaria.



            O Oitis Hotel é estrategicamente bem localizado, pois é próximo a BR-153 e não tão distante da GO-020, e em frente ao maior shopping do estado de Goiás.


            A respeito do Oitis Hotel, deixa um pouco a desejar quando se trata de lazer/diversão, pois a área reservada para essa atividade é pequena, mas talvez seja porque é um hotel de negócios, como disse a moça que nos mostrou o hotel.

            Quanto à unidade habitacional (UH), tanto o single quanto a suíte é pequeno e consequentemente os leitos também são pequenos. A nossa guia, disse que o hotel é freqüentado por jogadores de vôlei de praia, estes são altos, com altura mínima de 1,75m, e pelo tamanho dos leitos parece que eles não ficam tão confortáveis. O valor da diária do hotel é um pouco exagerada para o tamanho das UH’s.


            A recepção proporciona um ambiente agradável e tranquilo, pois os check-in e check-out são rápidos e não há tumulto na recepção.


            O restaurante, assim como a recepção proporciona ao hospede e ao cliente (digo cliente porque este também oferece o serviço de alimentos e bebidas para quem não é hospede), ambiente agradável, com dois ambiente (na varanda e dentro do hotel). O menu é à la carte, dando opções para o hóspede/cliente, por exemplo, dois tipos de salada e de carne (sendo uma carne branca e a outra carne vermelha) e atende a todas as espectativas para o paladar dos hóspedes e clientes.



quinta-feira, 29 de abril de 2010

Hotelaria

Postado por Thamara ツ às 16:27 0 comentários
Fotinhas da visita técnica do 2° periodo de Hotelaria (26/04/2010) ao Oitis Hotel em Goiânia. Pessoal todo elegante, de branco e preto.
Bem legal o hotel, só achei os UH's (Unidades Habitacionais) pequenos de mais para o preço.
A comida de lá é M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A.




terça-feira, 19 de maio de 2009

Check it Out :)

Postado por Thamara ツ às 10:21 0 comentários
Como sou uma BlogSurfing *quase de primeira*, estava eu fazendo uma breve pesquisa sobre Turismo e Hospitalidade (pra faculdade *pra variar*) e achei esse blog que gostei muitooo ^^ Passando os olhos nas imagens, fiquei louquissima.. God ! Um dia ainda vou no Egito (Pro Paquistão tbm)... hehe.. Amei as fotos... e fiquei impressionada com essas foto.. nao foi atoa que acabei postando hihi.. Nao sei porque (será pq? :D)  eu gostei dessa parte do blog "Países Arabes"
  [ Clique Aqui (x]

^____^

Egito
Egito 

      
Hehe... beijosMeLiga x0x0 =*



quinta-feira, 16 de abril de 2009

Turismo no Percurso do Tempo: Desenvolvimento do Turismo Moderno.

Postado por Thamara ツ às 07:58 4 comentários

Bom, como estou fazendo hotelaria no IFG Goias [o antigo cefet], esse ai é um resuminho básico do capitulo 2 desse livro "Turismo no Percurso do Tempo", como é diificil achar algo sobre esse livro na net for free, resolvi então postar aqui. [ apenas para facilitar as suas pesquisas, entao desde já agradeça hihihi ]

YASOSHIMA, José Roberto. STIGLIANO, Beatriz Veronese. SILVEIRA, Adalgizo Silva. REJOWSKI, Mirian. Desenvolvimento do Turismo Moderno. In: REJOWSKI, Mirian (org.). 2002. Turismo no Percurso do Tempo. São Paulo: Aleph

O livro de Mirian Rejowski, Turismo no Percurso do Tempo, abrange toda a trajetória do turismo desde a Antiguidade Classica, os gregos e romanos, Idade Média, Renascimento, até nos dias de hoje, contando como era o transporte, os serviços de hotelaria, as estradas, o que era lazer para cada tipo de época e lugar e também sobre algumas personalidades que contribuiu para que consolidasse o turismo moderno, esse que nos conhecemos.
Século XIX surge, desenvolve e consolida o turismo, por que até então o turismo que nos conhecemos hoje não existia. No século XX houve a implantação e o desenvolvimento do turismo como atividade turística a partir disso surge as empresas, e a consolidação de uma base de uma hotelaria.
Marcado por profundas mudanças econômicas e sociais, foi no século XIX que as tecnologias a vapor foram aplicadas a navios e trens, desenvolvendo assim o transporte ferroviário e a navegação à vapor, facilitando assim as “viagens”.
Com o surgimento da classe média, os trabalhadores tiveram um aumento no tempo livre e estavam à procura de viagens recreativas, pois até então somente a aristocracia era a classe turística. A partir disso, surgiu o Termalismo, Cassinismo, Paisagismo e Montanhismo.
Termalismo são balneários para descanso e lazer, que mudou a mentalidade dos europeus dessa época, que não costumavam tomar banhos com frequência.
Talassoterapia, uma nova técnica fundamentada no tratamento com água salgada e gelada. Essa técnica utilizava o banho como forma de cura, tirando todo o “receio” que os europeus tinham com a água.
Paisagismo e montanhismo, um meio de buscar compromissos sociais, momentos de sossego, gozar a vida na natureza. Também se localizavam nas montanhas os sanatórios, por ser um ambiente calmo e longe o meio urbano. As artes e romantismo também fizeram com que estimulasse o interesse pelos cenários, natureza e montanhas, como por exemplo Goethe que relatava em suas obras a natureza.
Em meados do século XIX, começou a surgir as empresas de viagens. Uma delas é a Agência Abreu, na Cidade do Porto em Portugal, que tratava de passaportes, passagens e de visto de saída.
Em 1850, surge a American Express, criada por Henry Wells, William George Fargo e John Butterfield, empresa de serviços de entregas rápidas. A American Express principiou a venda de ordens de pagamento que ficaram conhecidas como Traveller checks (cheques de viagem).
Estabelecendo as bases do turismo moderno, Thomas Cook, em 1841, andara 15 milhas para um encontro de uma liga contra o alcoolismo em Leicester. Para um outro encontro, em Loughborough, ocorreu-lhe a idéia de alugar um trem para levar outros colegas. Juntou 570 pessoas, comprou e revendeu os bilhetes, configurando a primeira viagem agenciada. Em 1846, realizou uma viagem similar de Londres para Glasgow com 800 pessoas, utilizando os serviços de guias turísticos. As inovações de Cook marcaram a entrada do turismo na era industrial, no aspecto comercial. Por isso Cook é considerado o “pai” do turismo moderno.

Com o surgimento dos transportes ferroviários e hidroviários, pode-se citar o Orient Express (Expresso Oriente), citado em vários filmes e livros, como por exemplo o livro escrito por Agatha Christie. O Orient Express é um trem de luxo que liga Londres, Inglaterra, à Istambul, na Turquia, através de diversas rotas da Europa Central e Ocidental. Seus vagões sao decorados em estilo turco e acarpetados, alem de ter serviços de alimentação e chuveiro de água quente.
A abertura do Canal de Suez, em 1869 contribuiu para o crescimento do trafego para a Índia e ao extremo oriente. Também com a abertura do Japão para o comercio, estimou a navegação pelo Oceano Pacifico. No mesmo ano, foi completada a ligação ferroviária transcontinental nos Estados Unidos, tornado possível a viagem ao redor do mundo.
A partir de uma noticia num jornal londrino, Julio Verne publica seu romance “A Volta ao Mundo em 80 Dias”, no qual o personagem Phileas Fogg, fez a viagem ao mundo em 80 dias devido ao avanço dos meios de transportes. Baseado nesse romance, Michael Anderson, em 1956, dirigiu o filme “Around the World in Eighty Days” (A Volta ao Mundo em 80 Dias), e refilmado em 2004, sob a direção de Frank Coraci.
Como consequência do desenvolvimento dos transportes ferroviários, começaram a surgir os terminus hotels (hotéis de ferrovia). Os hotéis de ferrovia são os hotéis que ficavam proximos aos terminais ferroviários, dando mais conforto aos viajantes que precisavam de uma breve estadia.
Com a iluminação, seja ela à gas ou elétrica, estimulou a criação de cabarés de luxo, como por exemplo o Moulin Rouge (Moinho Vermelho), e também desenvolvimento da atividade gastronomica e hoteleira.
César Ritz (1850-1918),considerado o “pai da hotelaria moderna”, pois melhorou os serviços dos hotéis, modernizou as instalações e criou um novo conceito de administração e serviço hoteleiro, também criou a figura do sommelier, além de introduziu o banheiro nas unidades habitacionais criando as suítes revolucionando a administração.
Os guias de viagens usados pela aristocracia, foram substituídos por publicações de que podiam ser levadas no bolso. Karl Baedeker (1801-1859) era filho de editores alemães. Tendo viajado muito quando jovem, ele então percebeu a importância e o interesse que teriam os guias de viagens para viajantes. Seu primeiro guia foi editado em 1829, intitulado Rheinlande, sobre o Reno, e a partir daí iniciou sua expansão.
Grupos de turistas começaram a se organizar de acordo com os interesses específicos, destacando assim o surgimento de clubes. Esses clubes organizavam cursos para guias, realizavam estudos, construíam meios de hospedagem, e elaboravam guias e mapas. Em 1875, surge o Camping Club de Londres. O entusiasmo pela vida saudável e ao ar livre coincidiu da invenção da bicicleta e as férias com a utilização desse meio de transporte.
O desenvolvimento da atividade turística apresentava crescimento contínuo e um início da profissionalização do setor turístico. Essa época foi caracterizada pelas novidades e por grandes transformações que teve nas feiras mundiais seu grande reflexo. Nestas feiras, deram inícios a um período de grandes eventos dos quais pode-se destacar importantes conquistas tecnológicas do homem. A primeira feira ocorreu em 1851, em Londres, no Hyde Park.

Pode-se destacar como grande evento os Jogos Olímpicos, no final do século XIX, idéia concebida pelo barão francês Pierre de Coubertin. Na primeira Olimpíada, realizada em Atenas, Grécia, em 1896, participaram 13 países e 285 atletas.
Com uma linguagem fácil, o capítulo 2, “Desenvolvimento do Turismo Moderno”, gira em torno dos séculos XIX e XX, percorrendo os aspectos do turismo, começando pelas grandes transformações no começo do século XIX, como por exemplo o surgimento da classe média e a tecnologia a vapor em navios e trens, passando por César Ritz, considerado o “pai” da hotelaria moderna, Thomas Cook o “pai” do turismo moderno, os guias de viagens, as empresas turísticas e os eventos.
 

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